AT&T negocia com EUA aprovação de acordo com Time Warner

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Nova York/Washington – As autoridades antitruste dos EUA começaram a negociar com representantes da AT&T e da Time Warner a respeito de possíveis condições que garantiriam a aprovação de sua combinação em uma operação de US$ 85,4 bilhões, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

As discussões, que estão em fase inicial, sugerem que os advogados do governo praticamente concluíram a análise realizada durante meses a respeito de como a AT&T, a maior distribuidora de TV paga, poderia mudar o panorama da mídia com sua oferta pela empresa dona da CNN e da HBO — e mostra que as partes começaram a conversar a respeito de como podem fazer a fusão funcionar sem prejudicar as rivais.

As autoridades antitruste dos EUA, que impediram muitas combinações entre concorrentes diretos, raramente interfere para impedir acordos verticais como esse. Mas o Departamento de Justiça está sendo pressionado a não aprovar a fusão. Concorrentes dos setores de mídia e de TV por assinatura disseram aos advogados do departamento que temem que a AT&T favoreceria a programação interna que compraria, segundo duas pessoas familiarizadas com o assunto.

Parlamentares democratas, por sua vez, afirmaram que o acordo poderia levar a preços mais altos e a menos opções. E o presidente dos EUA, Donald Trump, disse durante a campanha eleitoral que a combinação concentraria o poder da mídia.

Bom comportamento

Os advogados antitruste atualmente se concentram, segundo as pessoas informadas a respeito, em avaliar se a AT&T poderia fazer uma promessa de bom comportamento suficientemente convincente para satisfazer as autoridades — mostrando, por exemplo, que não usará seu peso para se aproveitar injustamente de sua própria programação.

Esse tipo de contrapartida, chamado de remédio de conduta, é comum em acordos verticais como esse. A AT&T está aberta às condições para diminuir as preocupações, disse seu CEO, Randall Stephenson, à CNBC, no ano passado, após o anúncio do acordo.

Um desafio: os advogados do Departamento de Justiça estão iniciando as negociações sem que seu novo chefe possa avaliar um acordo que transformaria a AT&T em um império midiático e de telecomunicações.

O diretor antitruste do Departamento de Justiça nomeado por Trump, Makan Delrahim, aguarda confirmação do Senado.

Delrahim não vê grandes problemas no negócio, a julgar por suas declarações públicas. Ele disse aos senadores, no início do ano, que as fusões verticais não costumam aumentar os problemas de concorrência.

Ele também disse no ano passado antes de sua nomeação que o acordo da Time Warner não cria grandes obstáculos antitruste apesar de seu tamanho, porque une uma distribuidora de TV por assinatura com uma provedora de conteúdo.

Pessoas familiarizadas com esse pensamento afirmam que ele não é fã dos remédios de conduta. Se rejeitar reparações comportamentais, ele poderia tanto decidir bloquear o acordo quanto aprová-lo sem mudanças.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/att-negocia-com-eua-aprovacao-de-acordo-com-time-warner/

Snapchat compra empresa para desenvolver proteção contra cópia do seu app

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Depois de ter diversos recursos copiados por praticamente todos os serviços do Facebook, o Snapchat quer dificultar a vida dos engenheiros comandados por Mark Zuckerberg ao proteger o código do seu app contra engenharia reversa.

Recentemente, o Snapchat concluiu a aquisição da Strong.Codes, empresa especialista em proteção de código, e pretende usá-la no desenvolvimento de um programa que impede que um software seja desfeito para que um recurso seja copiado, segundo a Bloomberg.

O alvo principal não é exatamente o Facebook – os engenheiros do Facebook são talentosos o suficiente para desenvolver recursos parecidos com os do Snapchat por conta própria, se assim eles quiserem. A ideia é evitar que imitações baratas do Snapchat enganem usuários.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/snapchat-compra-empresa-para-desenvolver-protecao-contra-copia-do-seu-app/69912

Mastercard compra empresa de inteligência artificial

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A Mastercard anunciou na última semana a compra da empresa de inteligência artificial (IA) Brighterion. O valor da transação não foi revelado. Segundo a operadora de meios de pagamento, a tecnologia de IA da companhia lhe permitirá oferecer experiências de consumo aprimoradas e mais seguras aos seus clientes.

No caso da Brighterion, a Mastercard planeja integrar a tecnologia Smart Agent aos seus produtos de segurança, que já utilizam IA de diferentes formas.

“Contribuímos com a Mastercard por anos na identificação de padrões e tendências para capacitar os processos de autorização e decisão de seus clientes mais avançados. Esperamos aproveitar essa base de forma eficaz e oferecer uma experiência de segurança que seja a melhor, mais integrada e perfeita da indústria”, explica o fundador e CEO da Brighterion, Dr. Akli Adjaoute.

Fonte: http://computerworld.com.br/mastercard-compra-empresa-de-inteligencia-artificial

Possível compra da Cedae pelo BNDES gera polêmica

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A quem cabe resgatar o estado do Rio de Janeiro de sua penúria? Nesta semana um novo e improvável candidato veio à tona: o BNDES. Esse mesmo: o famigerado banco estatal de fomento que turbinou a política de campeões nacionais do PT e que, no início do governo Temer, caminhava a passos decididos para uma gestão de austeridade e responsabilidade.

A proposta na mesa é que o maior banco de fomento do país compre do Estado do Rio sua empresa de saneamento, a Cedae, por cerca de 3,5 bilhões de reais. O valor ajudaria o Rio a resolver parte de seus problemas financeiros (os salários de boa parte dos servidores estão atrasados há dois meses), mas desvia de forma trágica o BNDES de sua caminhada para diminuir a interferência política de suas decisões.

 “Num momento em que se tentava deixar o banco independente e enxuto, a compra da Cedae é um desvio de foco muito grande”, diz Sergio Lazzarini, professor do Insper. Segundo notícias divulgadas ao longo da semana, a ideia de vender a Cedae ao BNDES vinha sendo gestada no governo do Rio há alguns meses. A venda foi autorizada pelo presidente Michel Temer nesta semana e, na próxima segunda-feira, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), se reúne com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, e com o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, para acertar os últimos detalhes.

 Pela proposta inicial, o banco compraria a Cedae via seu braço de investimentos BNDESPar e, nos próximos meses, finalizaria a privatização da companhia. O dinheiro arrecadado com a privatização serviria como uma antecipação de recursos ao Rio para pagar salários atrasados de servidores públicos e fornecedores, que hoje está em 2,4 bilhões de reais. Nas últimas semanas, a equipe técnica do BNDES se dedica a estruturar a privatização da Cedae, papel para o qual o banco havia sido destacado. Eis que, no meio do caminho, o BNDES deixou de assessorar para também assinar um cheque bilionário.

 “O papel do BNDES na privatização é vender e não comprar para reestruturar. Se o BNDES comprar a Cedae, não haverá pressão do governo para ajudar a vender a empresa depois. Ela pode acabar ficando na carteira do banco, como já aconteceu com outras empresas, e qual o ganho que o BNDES tem com isso?”, diz Elena Landau, ex-diretora de privatizações do BNDES.

 Em gestões passadas, como na de Luiz Carlos Mendonça de Barros, nos anos 90, o BNDES investiu em empresas estatais para antecipar receitas e incentivar leis estaduais que permitissem a privatização. Mas o banco era minoritário nas companhias. Desta vez, é diferente.

 Com a compra da Cedae, o banco passaria a participar ativamente da gestão da companhia, com permissão para indicar diretores e conselheiros. Com isso, o BNDES poderia fazer todas as mudanças necessárias antes de privatizar a companhia. “O papel do banco não é de fazer gestão. O que ele vai fazer? Contratar um headhunter e mudar a diretoria? Quanto tempo isso vai levar?”, diz um economista ouvido por EXAME.

 A nova gestão

 Segundo informações do jornal O Globo, a compra da Cedae teria simpatia do presidente do banco, Paulo Rabello de Castro. Para economistas, a história é mais uma polêmica de Rabello, que ocupa o cargo há pouco mais de um mês e meio. “O novo presidente tem dado sinais muito desconexos, destoando da orientação que a Maria Silvia vinha trazendo, que era muito boa. No mínimo trata-se de uma série de ações de uma pessoa que não entende o papel de um banco de fomento”, diz Lazzarini. Em nota divulgada nesta quinta-feira, o BNDES informou que recebeu demanda do governo federal em relação ao processo de compra da Cedae. “O corpo técnico do banco começou a analisar a viabilidade da operação e, assim que houver informações mais precisas, elas serão divulgadas”, diz a nota.

 No início do mês, Rabello de Castro se envolveu em uma polêmica ao criticar a Taxa de Longo Prazo (TLP), nova política do BNDES definida por medida provisória editada pelo governo antes da chegada de Rabello. O economista disse que a TLP pode prejudicar as empresas tomadoras de crédito ao reduzir a “previsibilidade” das condições dos financiamentos. A declaração culminou no pedido de demissão de dois diretores do BNDES, Claudio Coutinho e Vinicius Carrasco, ambos envolvidos na criação da TLP, que passará a vigorar a partir de 2018. Após o mal estar, Rabello de Castro voltou atrás e disse estar “vinculado ao projeto”. Na quinta-feira mais um diretor, Ricardo Baldin, da área de Controladoria, Gestão de Riscos e Tecnologia da Informação pediu demissão. Precisa de crédito? Saiba com a ContaAzul o que deve ser analisado antes de obter financiamento para pequenas empresas Patrocinado 

 O BNDES voltou, decididamente, ao centro das polêmicas – e isso é uma péssima notícia para o Brasil.

Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/possivel-compra-da-cedae-pelo-bndes-gera-polemica/

J&F está perto de vender a Vigor por R$ 6 bi, dizem fontes

Informação é de uma pessoa familiarizada com a transação que pediu anonimato porque as discussões são privadas.

Lala está em negociações exclusivas para adquirir a Vigor, disse a pessoa, acrescentando que o acordo pode ser assinado em cerca de uma semana. Lala e Vigor não quiseram comentar e J&F não respondeu a pedidos de comentário.

A família Batista tem se empenhado em vender ativos para pagar multas acertadas na delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley em maio deste ano.

A família já acertou a venda da Alpargatas por R$ 3,5 bilhões e negocia a venda da Eldorado Brasil Celulose para a chilena Arauco, que fez uma oferta de cerca de R$ 14 bilhões, disse uma pessoa familiarizada com a transação no mês passado.

A J&F pretende levantar pelo menos R$ 8 bilhões com a venda dos ativos, segundo um relatório da S&P.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/jf-esta-perto-de-vender-a-vigor-por-r-6-bi-dizem-fontes/

Localiza: fusão com a Hertz ainda não foi precificada

Money Times – Os resultados da Localiza (SA:RENT3) “vieram fortes”, avalia o Citi em um relatório enviado a clientes nesta sexta-feira (21). O lucro líquido ficou em R$ 129,3 milhões, uma alta de 31,9% em relação ao apurado no mesmo intervalo de 2016, veio acima das expectativas do banco e do consenso. O analista Stephen Trent observou um aumento na taxa de utilização da frota, compatível com uma diluição do custo fixo incremental que explicam os números das receitas.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado totalizou R$ 298,7 milhões entre abril e junho de 2017, uma alta de 27,5% na comparação com o segundo trimestre de 2016. A receita líquida apresentou crescimento de 39,7% quando comparada ao mesmo período do ano passado, para R$ 1,345 bilhão.

“Embora o fluxo de caixa livre, incluindo os custos associados à construção de sua nova sede, tenha sido um pouco negativo, tudo mais constante, esses resultados devem dar suporte para uma reação positiva das ações nesta sexta-feira”, explica Trent.

As receitas líquidas de aluguel apresentaram crescimento de 17,6%, sendo 21,2% na Divisão de Aluguel de Carros e 10,6% na Divisão de Gestão de Frotas. A receita líquida do Seminovos entre abril e junho cresceu 62,8% quando comparada ao segundo trimestre de 2016, devido à expansão de 46,0% no volume de vendas e de 11,5% no preço médio dos carros vendidos.

Ações

Segundo o Citi, os fundamentos subjacentes da Localiza continuam fortes, incluindo um trimestre de resultados recordes, apesar do ambiente político e econômico bastante desafiador no Brasil. “Além dos fundamentos fortes no mercado interno, as sinergias potenciais associadas à Hertz ainda podem não estar totalmente precificadas”, diz.

A recomendação é de compra e o preço-alvo estimado é de R$ 56,50. O potencial de valorização é de 14,6%

Fonte: https://br.investing.com/news/mercado-de-a%C3%A7%C3%B5es-e-financeiro/localiza:-fus%C3%A3o-com-a-hertz-ainda-n%C3%A3o-foi-precificada-502638

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Park Place Technologies adquire Performance Data de Singapura

CLEVELAND, 20 de julho de 2017 /PRNewswire/ — A Park Place Technologies anunciou hoje que concluiu a aquisição da Performance Data, um provedor de serviços de TI global sediada em Wilmington, Delaware, com escritórios em Singapura e Malásia. Embora os termos da transação não tenham sido divulgados, a Park Place adquiriu a maioria dos ativos da Performance Data, o que vai permitir a expansão dos serviços de data center e suporte existentes para toda a região da Ásia e além. A empresa planeja começar imediatamente a integrar suas operações, distribuição, atendimento ao cliente, vendas e suporte.

“Estamos entusiasmados por receber a Performance Data na equipe da Park Place Technologies”, disse Ed Kenty, presidente e CEO da Park Place Technologies. “O sólido histórico da Performance Data de possuir um serviço de TI e suporte superior se alinha perfeitamente com a missão e a visão de futuro da Park Place. À medida que continuamos a investir em novas oportunidades de crescimento, esperamos expandir nosso talento e aprimorar nossas capacidades globais para nossos clientes “.

Desde 2008, Performance Data cresceu para atender empresas da Fortune 100 e clientes de TI de tamanho pequeno e médio por toda a Ásia e o Oriente Médio. Apoiando a maioria das principais plataformas de hardware OEM e plataformas OS, Performance Data irá se integrar às operações e serviços existentes da Park Place, permitindo que a empresa expanda suas operações globais. Como resultado, os clientes da Park Place se beneficiarão de uma equipe de engenheiros experiente e especializada.

James Lim, COO da Performance Data, permanecerá como AVP, Ásia. Lim acrescentou: “Em meu nome e de toda a equipe da Performance Data, estamos entusiasmados em nos unir à Park Place Technologies. Essa nova parceria vai permitir nosso crescimento para novas alturas e permitirá que nossos clientes desfrutem de tempos de resposta mais rápidos, atendimento ao cliente mais personalizado e melhor entrega de serviço. Estamos ansiosos para trabalhar em conjunto para entregar um serviço de TI de qualidade para data centers em toda a região da Ásia e do Oriente Médio”.

A aquisição da Performance Data pela Park Place marca a quarta aquisição da empresa nos últimos 12 meses e o mais recente esforço para solidificar e expandir sua posição como líder global em armazenamento corporativo legado, manutenção de TI e hardware.

“A Park Place tem uma forte base de clientes na Ásia e no Oriente Médio”, acrescentou Chris Adams, presidente e COO da Park Place Technologies. “Esta aquisição da Performance Data nos proporciona uma ótima oportunidade para melhorar nossa oferta de serviços regionais e otimizar nossa capacidade de atender melhor nossos clientes no mundo todo”.

Em novembro de 2016, Park Place abriu um escritório para Ásia em Cingapura.. Além disso, em maio de 2017, a empresa adquiriu o Prestige Data Center Solutions, um fornecedor de soluções de infraestrutura de TI no Reino Unido.

Sobre a Performance Data
Performance Data, empresa de capital fechado e sede em Delaware, EUA, é um provedor global de serviços de TI para manutenção de hardware e serviços de integração de sistemas. Fundada em 2008, Performance Data possui um histórico de prestação de serviços de qualidade aos seus clientes, que são predominantemente provedores de serviços de TI para muitas empresas globais, oferecendo serviços flexíveis e confiáveis de manutenção de terceiros (TPM) para a maioria das principais OEM de hardware e plataformas OS globalmente.

Sobre a Park Place Technologies
Desde 1991, a Park Place Technologies forneceu uma alternativa para manutenção pós-garantia de armazenamento, servidores e hardware de redes para data centers de TI. Como a maior organização de manutenção de data centes pós-garantia do mundo, a Park Place oferece suporte a mais de 9.000 organizações em mais de 100 países, oferecendo uma excepcional experiência para os clientes, uma entrega de serviços superior e uma vantagem operacional para empresas que vão do governo, ensino superior e instituições de saúde a fornecedores de serviços em nuvem, empresas SMB e Fortune 500.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/releases/park-place-technologies-adquire-performance-data-de-singapura/

Empresas expandem de forma inorgânica no Brasil

Em um cenário econômico brasileiro atípico, Paulo Cury, sócio da Condere, observa um movimento diferenciado no mercado brasileiro: empresas estão optando por expandir suas operações de forma inorgânica, com a compra de outros ativos do mercado.

O caso mais recente, que dominou os noticiários do final do dia de ontem, é a Livraria Cultura comprando a Fnac. No entanto, se recapitularmos os últimos meses, temos muitos outros exemplos: Banco Itaú comprou a XP Investimentos, Natura comprou a varejista Body Shop e Itausa comprou Alpargatas.

Para falar sobre o tema, entender porque as empresas brasileiras vêm fazendo este movimento de expansão inorgânica e explicar quando é um bom momento para se considerar uma compra ou venda no cenário atual, Paulo Cury, sócio da Condere, está à disposição, com propriedade e experiência para trazer uma análise sólida e aplicada ao cenário real dos empresários brasileiros, bem como falar sobre tendências de mercado e a conjuntura dos investimentos, fusões e aquisições no Brasil.

 

Fonte: http://www.segs.com.br/demais/73805-empresas-expandem-de-forma-inorganica-no-brasil.html

GVS adquire Kuss Filtration

BOLOGNA, Itália, 20 de julho de 2017 /PRNewswire/ — A GVS S.p.A, uma das mais importantes empresas de microfiltração, anunciou hoje que firmou um acordo para adquirir a Kuss Filtration Inc. (“Kuss”) da “Industry Opportunity Partners, IOP, empresa de participações privadas, focada em operações.

Com a combinação de suas respectivas capacidades técnicas, redes globais de vendas e distribuição, a GVS e a Kuss, irão maximizar juntas a penetração no mercado automotivo e de microfiltração. “A GVS tem grandes expectativas com esse novo investimento. A Kuss Filtration nos traz extensa experiência no mercado de filtração de combustíveis, competente equipe de administração, amplo portfólio de produtos e uma posição significativa em vendas que irá propiciar à Divisão Automotiva da GVS uma liderança clara no mercado de microfiltração”, declarou o CEO da GVS, Massimo Scagliarini.

“Estamos muito satisfeitos por nos tornarmos parte do Grupo GVS. Essa parceria irá permitir utilizarmos inteiramente nossas habilidades técnicas e de projetos, além de poderemos fornecer produtos e soluções adicionais aos nossos clientes”, declarou o CEO da Kuss, Hasnain Merchant.

Com esta aquisição, a GVS operará em 26 localidades e em 22 países ao redor do globo, empregando mais de 2300 funcionários, atendendo as indústrias dos segmentos da saúde, automotiva comercial e de passeio, ciências da vida, proteção individual (EPI), ar condicionado (Hvac), linha branca e de energia.

A GVS foi assessorada pelo Ice Miller e a IOP e a Kuss foram assessoradas pela Robert W. Baird & Co., e pela Winston & Strawn LLP.

Sobre a GVS:

Fundada em 1979, a GVS é líder global em tecnologia, dedicada ao desenvolvimento e fabricação de produtos de filtração, atendendo principalmente aos mercados da saúde, automotivo, segurança, ciência da vida, linha branca e industrial. A GVS possui 11 unidades fabris, na Itália, Reino Unido, Brasil, China, Romênia, Estados Unidos e escritórios de apoio às vendas em 22 países.

Sobre a Kuss Filtration:

Fundada em 1949, a Kuss produz uma ampla gama de filtros, de combustíveis, petróleo, etanol, lubrificação e ureia, admissão de ar do motor, para cabine e emissões, atendendo uma base mundial de clientes para, veículos leves, equipamento de energia externo, mercados de veículos powersport e veículos comerciais para estrada e fora de estrada. Com sede em Findlay, Ohio, a Kuss tem quatro unidades de produção nos Estados Unidos, Brasil e China e escritórios de vendas na França e Suíça.

Sobre a IOP:

A IOP, sediada em Evanston, Illinois, é uma empresa de investimento em participações privadas com $ 910 milhões em capital empenhado, desde sua criação. A IOP se foca na aquisição e administração de empresas de fabricação e de distribuição com valor agregado do mercado intermediário. Utilizando seu método focado em operações e seu Conselho de Dirigentes Operacionais dedicado, a IOP tem um histórico de estabilização, crescimento e aumento do valor dos negócios adquiridos.

 

View original content:http://www.prnewswire.com/news-releases/gvs-adquire-kuss-filtration-300491714.html

FONTE GVS S.p.A; Kuss Filtration

Fnac vai investir em lojas antes de passar operação à Cultura

São Paulo – A varejista francesa de livros e eletrônicos Fnac está deixando o País após 18 anos. Oficialmente em busca de um parceiro para o negócio brasileiro desde fevereiro deste ano, a companhia anunciou nesta quarta-feira, 19, um acordo com a Livraria Cultura, controlada pela família Herz. Segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo, antes de repassar o negócio por um valor simbólico para o grupo nacional, a Fnac se comprometeu a investir um pouco menos de R$ 150 milhões na rede.

Com apenas 12 lojas no País, a Fnac não fazia novos movimentos no Brasil há três anos, desde que abriu uma pequena unidade no free shop do Aeroporto de Guarulhos. Segundo fontes, o dinheiro que a Fnac, mesmo de saída, vai investir agora será parcialmente destinado à reforma de lojas, que há tempos têm o mesmo design. O negócio operava no vermelho havia anos, e a receita somou 138 milhões de euros em 2015.

A marca Fnac será usada pela Cultura em um primeiro momento, dizem fontes, mas não está definida como será a relação comercial no longo prazo.

Dificuldades

O anúncio pegou o mercado de livros de surpresa, até porque a Cultura passa por dificuldades, inclusive com atrasos de repasses de pagamento a editoras.

O atraso, que é de cerca de seis meses, segundo fontes de mercado, está em fase de renegociação neste momento e a expectativa é que a situação não deva ser solucionada antes do fim de 2017. Uma fonte do setor diz que as editoras só foram avisadas da união entre Cultura e Fnac na manhã desta quarta-feira.

A empresa viu sua receita cair cerca de 17% nos últimos três anos, atingindo R$ 380 milhões em 2016. Além disso, os últimos dois anos foram de cortes no setor administrativo – a companhia demitiu 800 funcionários no período, reduzindo seu efetivo em 40% desde 2014.

Em sua conta no LinkedIn, no entanto, o presidente da Livraria Cultura, Sergio Herz, comemorou o acordo com a Fnac. Segundo ele, trata-se de um passo que vem para transformar o negócio da companhia, fundado há 70 anos. Procurada pela reportagem para explicar condições do acordo, Cultura e Fnac não quiseram se pronunciar.

Em entrevista ao jornal em março, Herz havia minimizado o atraso do repasse às editoras, dizendo que se tratava de um processo “normal” diante da crise do varejo. Em fevereiro, chegou a circular no mercado a informação de que a Cultura estava à venda e que a concorrente Saraiva analisava a aquisição – informação que foi negada pelo empresário.

Na época, Sergio acrescentou que os custos de manutenção de lojas físicas vinham pressionando a operação – por isso, um de seus projetos era reforçar o e-commerce da Cultura. Agora, com a incorporação da Fnac, a rede de unidades deverá ser ampliada para 29 lojas – e os novos pontos de venda serão de maior porte.

Outro desafio da Cultura será aprender a trabalhar no segmento de eletroeletrônicos, que é o carro-chefe da Fnac. Segundo uma fonte do setor, a rede francesa havia praticamente desistido de livros nos últimos meses, reduzindo drasticamente novos pedidos.

A Fnac foi assessorada pelo Santander e pela Veirano Advogados. A Cultura teve assessoria do Souza, Cescon Advogados.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/fnac-vai-investir-em-lojas-antes-de-passar-operacao-a-cultura/