Park Place Technologies adquire Performance Data de Singapura

CLEVELAND, 20 de julho de 2017 /PRNewswire/ — A Park Place Technologies anunciou hoje que concluiu a aquisição da Performance Data, um provedor de serviços de TI global sediada em Wilmington, Delaware, com escritórios em Singapura e Malásia. Embora os termos da transação não tenham sido divulgados, a Park Place adquiriu a maioria dos ativos da Performance Data, o que vai permitir a expansão dos serviços de data center e suporte existentes para toda a região da Ásia e além. A empresa planeja começar imediatamente a integrar suas operações, distribuição, atendimento ao cliente, vendas e suporte.

“Estamos entusiasmados por receber a Performance Data na equipe da Park Place Technologies”, disse Ed Kenty, presidente e CEO da Park Place Technologies. “O sólido histórico da Performance Data de possuir um serviço de TI e suporte superior se alinha perfeitamente com a missão e a visão de futuro da Park Place. À medida que continuamos a investir em novas oportunidades de crescimento, esperamos expandir nosso talento e aprimorar nossas capacidades globais para nossos clientes “.

Desde 2008, Performance Data cresceu para atender empresas da Fortune 100 e clientes de TI de tamanho pequeno e médio por toda a Ásia e o Oriente Médio. Apoiando a maioria das principais plataformas de hardware OEM e plataformas OS, Performance Data irá se integrar às operações e serviços existentes da Park Place, permitindo que a empresa expanda suas operações globais. Como resultado, os clientes da Park Place se beneficiarão de uma equipe de engenheiros experiente e especializada.

James Lim, COO da Performance Data, permanecerá como AVP, Ásia. Lim acrescentou: “Em meu nome e de toda a equipe da Performance Data, estamos entusiasmados em nos unir à Park Place Technologies. Essa nova parceria vai permitir nosso crescimento para novas alturas e permitirá que nossos clientes desfrutem de tempos de resposta mais rápidos, atendimento ao cliente mais personalizado e melhor entrega de serviço. Estamos ansiosos para trabalhar em conjunto para entregar um serviço de TI de qualidade para data centers em toda a região da Ásia e do Oriente Médio”.

A aquisição da Performance Data pela Park Place marca a quarta aquisição da empresa nos últimos 12 meses e o mais recente esforço para solidificar e expandir sua posição como líder global em armazenamento corporativo legado, manutenção de TI e hardware.

“A Park Place tem uma forte base de clientes na Ásia e no Oriente Médio”, acrescentou Chris Adams, presidente e COO da Park Place Technologies. “Esta aquisição da Performance Data nos proporciona uma ótima oportunidade para melhorar nossa oferta de serviços regionais e otimizar nossa capacidade de atender melhor nossos clientes no mundo todo”.

Em novembro de 2016, Park Place abriu um escritório para Ásia em Cingapura.. Além disso, em maio de 2017, a empresa adquiriu o Prestige Data Center Solutions, um fornecedor de soluções de infraestrutura de TI no Reino Unido.

Sobre a Performance Data
Performance Data, empresa de capital fechado e sede em Delaware, EUA, é um provedor global de serviços de TI para manutenção de hardware e serviços de integração de sistemas. Fundada em 2008, Performance Data possui um histórico de prestação de serviços de qualidade aos seus clientes, que são predominantemente provedores de serviços de TI para muitas empresas globais, oferecendo serviços flexíveis e confiáveis de manutenção de terceiros (TPM) para a maioria das principais OEM de hardware e plataformas OS globalmente.

Sobre a Park Place Technologies
Desde 1991, a Park Place Technologies forneceu uma alternativa para manutenção pós-garantia de armazenamento, servidores e hardware de redes para data centers de TI. Como a maior organização de manutenção de data centes pós-garantia do mundo, a Park Place oferece suporte a mais de 9.000 organizações em mais de 100 países, oferecendo uma excepcional experiência para os clientes, uma entrega de serviços superior e uma vantagem operacional para empresas que vão do governo, ensino superior e instituições de saúde a fornecedores de serviços em nuvem, empresas SMB e Fortune 500.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/releases/park-place-technologies-adquire-performance-data-de-singapura/

Empresas expandem de forma inorgânica no Brasil

Em um cenário econômico brasileiro atípico, Paulo Cury, sócio da Condere, observa um movimento diferenciado no mercado brasileiro: empresas estão optando por expandir suas operações de forma inorgânica, com a compra de outros ativos do mercado.

O caso mais recente, que dominou os noticiários do final do dia de ontem, é a Livraria Cultura comprando a Fnac. No entanto, se recapitularmos os últimos meses, temos muitos outros exemplos: Banco Itaú comprou a XP Investimentos, Natura comprou a varejista Body Shop e Itausa comprou Alpargatas.

Para falar sobre o tema, entender porque as empresas brasileiras vêm fazendo este movimento de expansão inorgânica e explicar quando é um bom momento para se considerar uma compra ou venda no cenário atual, Paulo Cury, sócio da Condere, está à disposição, com propriedade e experiência para trazer uma análise sólida e aplicada ao cenário real dos empresários brasileiros, bem como falar sobre tendências de mercado e a conjuntura dos investimentos, fusões e aquisições no Brasil.

 

Fonte: http://www.segs.com.br/demais/73805-empresas-expandem-de-forma-inorganica-no-brasil.html

GVS adquire Kuss Filtration

BOLOGNA, Itália, 20 de julho de 2017 /PRNewswire/ — A GVS S.p.A, uma das mais importantes empresas de microfiltração, anunciou hoje que firmou um acordo para adquirir a Kuss Filtration Inc. (“Kuss”) da “Industry Opportunity Partners, IOP, empresa de participações privadas, focada em operações.

Com a combinação de suas respectivas capacidades técnicas, redes globais de vendas e distribuição, a GVS e a Kuss, irão maximizar juntas a penetração no mercado automotivo e de microfiltração. “A GVS tem grandes expectativas com esse novo investimento. A Kuss Filtration nos traz extensa experiência no mercado de filtração de combustíveis, competente equipe de administração, amplo portfólio de produtos e uma posição significativa em vendas que irá propiciar à Divisão Automotiva da GVS uma liderança clara no mercado de microfiltração”, declarou o CEO da GVS, Massimo Scagliarini.

“Estamos muito satisfeitos por nos tornarmos parte do Grupo GVS. Essa parceria irá permitir utilizarmos inteiramente nossas habilidades técnicas e de projetos, além de poderemos fornecer produtos e soluções adicionais aos nossos clientes”, declarou o CEO da Kuss, Hasnain Merchant.

Com esta aquisição, a GVS operará em 26 localidades e em 22 países ao redor do globo, empregando mais de 2300 funcionários, atendendo as indústrias dos segmentos da saúde, automotiva comercial e de passeio, ciências da vida, proteção individual (EPI), ar condicionado (Hvac), linha branca e de energia.

A GVS foi assessorada pelo Ice Miller e a IOP e a Kuss foram assessoradas pela Robert W. Baird & Co., e pela Winston & Strawn LLP.

Sobre a GVS:

Fundada em 1979, a GVS é líder global em tecnologia, dedicada ao desenvolvimento e fabricação de produtos de filtração, atendendo principalmente aos mercados da saúde, automotivo, segurança, ciência da vida, linha branca e industrial. A GVS possui 11 unidades fabris, na Itália, Reino Unido, Brasil, China, Romênia, Estados Unidos e escritórios de apoio às vendas em 22 países.

Sobre a Kuss Filtration:

Fundada em 1949, a Kuss produz uma ampla gama de filtros, de combustíveis, petróleo, etanol, lubrificação e ureia, admissão de ar do motor, para cabine e emissões, atendendo uma base mundial de clientes para, veículos leves, equipamento de energia externo, mercados de veículos powersport e veículos comerciais para estrada e fora de estrada. Com sede em Findlay, Ohio, a Kuss tem quatro unidades de produção nos Estados Unidos, Brasil e China e escritórios de vendas na França e Suíça.

Sobre a IOP:

A IOP, sediada em Evanston, Illinois, é uma empresa de investimento em participações privadas com $ 910 milhões em capital empenhado, desde sua criação. A IOP se foca na aquisição e administração de empresas de fabricação e de distribuição com valor agregado do mercado intermediário. Utilizando seu método focado em operações e seu Conselho de Dirigentes Operacionais dedicado, a IOP tem um histórico de estabilização, crescimento e aumento do valor dos negócios adquiridos.

 

View original content:http://www.prnewswire.com/news-releases/gvs-adquire-kuss-filtration-300491714.html

FONTE GVS S.p.A; Kuss Filtration

Fnac vai investir em lojas antes de passar operação à Cultura

São Paulo – A varejista francesa de livros e eletrônicos Fnac está deixando o País após 18 anos. Oficialmente em busca de um parceiro para o negócio brasileiro desde fevereiro deste ano, a companhia anunciou nesta quarta-feira, 19, um acordo com a Livraria Cultura, controlada pela família Herz. Segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo, antes de repassar o negócio por um valor simbólico para o grupo nacional, a Fnac se comprometeu a investir um pouco menos de R$ 150 milhões na rede.

Com apenas 12 lojas no País, a Fnac não fazia novos movimentos no Brasil há três anos, desde que abriu uma pequena unidade no free shop do Aeroporto de Guarulhos. Segundo fontes, o dinheiro que a Fnac, mesmo de saída, vai investir agora será parcialmente destinado à reforma de lojas, que há tempos têm o mesmo design. O negócio operava no vermelho havia anos, e a receita somou 138 milhões de euros em 2015.

A marca Fnac será usada pela Cultura em um primeiro momento, dizem fontes, mas não está definida como será a relação comercial no longo prazo.

Dificuldades

O anúncio pegou o mercado de livros de surpresa, até porque a Cultura passa por dificuldades, inclusive com atrasos de repasses de pagamento a editoras.

O atraso, que é de cerca de seis meses, segundo fontes de mercado, está em fase de renegociação neste momento e a expectativa é que a situação não deva ser solucionada antes do fim de 2017. Uma fonte do setor diz que as editoras só foram avisadas da união entre Cultura e Fnac na manhã desta quarta-feira.

A empresa viu sua receita cair cerca de 17% nos últimos três anos, atingindo R$ 380 milhões em 2016. Além disso, os últimos dois anos foram de cortes no setor administrativo – a companhia demitiu 800 funcionários no período, reduzindo seu efetivo em 40% desde 2014.

Em sua conta no LinkedIn, no entanto, o presidente da Livraria Cultura, Sergio Herz, comemorou o acordo com a Fnac. Segundo ele, trata-se de um passo que vem para transformar o negócio da companhia, fundado há 70 anos. Procurada pela reportagem para explicar condições do acordo, Cultura e Fnac não quiseram se pronunciar.

Em entrevista ao jornal em março, Herz havia minimizado o atraso do repasse às editoras, dizendo que se tratava de um processo “normal” diante da crise do varejo. Em fevereiro, chegou a circular no mercado a informação de que a Cultura estava à venda e que a concorrente Saraiva analisava a aquisição – informação que foi negada pelo empresário.

Na época, Sergio acrescentou que os custos de manutenção de lojas físicas vinham pressionando a operação – por isso, um de seus projetos era reforçar o e-commerce da Cultura. Agora, com a incorporação da Fnac, a rede de unidades deverá ser ampliada para 29 lojas – e os novos pontos de venda serão de maior porte.

Outro desafio da Cultura será aprender a trabalhar no segmento de eletroeletrônicos, que é o carro-chefe da Fnac. Segundo uma fonte do setor, a rede francesa havia praticamente desistido de livros nos últimos meses, reduzindo drasticamente novos pedidos.

A Fnac foi assessorada pelo Santander e pela Veirano Advogados. A Cultura teve assessoria do Souza, Cescon Advogados.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/fnac-vai-investir-em-lojas-antes-de-passar-operacao-a-cultura/

Pressionadas pela Netflix, Scripps e Discovery negociam fusão

Nova York/Los Angeles – Uma combinação da Scripps Networks Interactive com a Discovery Communications ou a Viacom poderia ajudar as empresas de mídia a reduzir custos, ganhar força em negociações com distribuidores e crescer internacionalmente em um momento em que a indústria televisiva dos EUA enfrenta novas pressões.

Mas nenhuma parceria do tipo resolverá os principais desafios enfrentados por um setor que muda rapidamente e no qual as empresas mais bem posicionadas possuem menos canais a cabo, e não mais, afirmam analistas de mídia.

A Discovery e a Viacom, duas proprietárias de emissoras de TV a cabo prejudicadas pela ascensão da Netflix e do YouTube, tiveram conversas separadas para se combinarem com a Scripps, proprietária da HGTV e da Food Network, segundo uma pessoa com conhecimento do assunto. A notícia fez as ações das empresas subirem nesta quarta-feira.

A Scripps, que tem um valor de mercado de US$ 8,7 bilhões, chegou a subir 20 por cento no pregão desta quarta-feira, maior aumento registrado desde outubro de 2008.

As ações da Discovery, empresa avaliada em US$ 15 bilhões dona dos canais Animal Planet e TLC, chegou a subir 7 por cento, maior alta registrada desde novembro. A Viacom, empresa avaliada em US$ 14,5 bilhões dona da Nickelodeon e da MTV, avançou 2,5 por cento.

A Discovery, que gera cerca de metade de sua receita fora dos EUA, poderia ajudar a Scripps a expandir sua presença internacional, especialmente na Europa, onde a Scripps adquiriu participação na operadora de TV polonesa TVN. Uma combinação também poderia ajudá-las a ganhar alguma força nas negociações com as distribuidoras de TV, uma vez que ambas foram excluídas dos novos serviços de TV on-line.

“As pressões no ecossistema tradicional das emissoras de cabo são fortes o suficiente — e as avaliações são baixas o suficiente — para vermos os méritos dessa possível combinação”, disse Jason Bazinet, analista do Citigroup, em nota, na quarta-feira.

Pacotes mais magros

Mas um acordo entre as empresas pode acabar prejudicando, e não ajudando, a Discovery e a Scripps em suas negociações com as distribuidoras, segundo Todd Juenger, analista da Sanford C. Bernstein. A indústria da televisão está avançando em direção a pacotes de TV reduzidos e mais baratos para competir com a Netflix em termos de preço, o que força as empresas de programação a reduzirem a quantidade de canais de cabo em vez de aumentarem.

“Combinando Discovery e Scripps, chega-se agora, literalmente, a 20 canais”, e muitos deles não são de interesse das distribuidoras, disse Juenger, em nota na quarta-feira. “Isso já representa um problema para a Discovery, mas achamos que somar a Scripps piora a situação.”

Além disso, nenhuma das três empresas transmite esporte ao vivo nos EUA, amplamente considerado um dos últimos tipos de programação capazes de atrair grandes audiências de televisão e chamar anunciantes.

As empresas tradicionais de mídia que criaram negócios bilionários com base na TV a cabo estão sentindo a pressão para crescerem por meio de aquisições após perderem espectadores para serviços de vídeo on-line e para as redes sociais. Os consumidores estão passando mais tempo na web e os anunciantes os estão seguindo.

“Há mais pressão sobre as empresas de TV a cabo em todo o mundo, e também sobre as empresas de satélites e de dispositivos móveis, para se combinarem ou tentarem descobrir como oferecer tudo isso juntas”, disse o CEO da Discovery, David Zaslav, a jornalistas na semana passada, em conferência em Sun Valley, Idaho, nos EUA, realizada pela Allen & Co.

“Daqui a dois ou três anos as pessoas comprarão tudo isso de uma mesma empresa. Temos um conteúdo excelente e exclusivo para oferecer, por isso eles precisarão de nós.”

As três empresas preferiram não comentar o assunto.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/pressionadas-pela-netflix-scripps-e-discovery-negociam-fusao/

Chineses querem comprar Renova Energia e ativos de geração da Light

Grupos chineses têm interesse na aquisição da empresa de energia limpa Renova Energia e nos ativos de geração de sua controladora, a Light, além da disposição de injetar recursos nas empresas para continuar projetos em desenvolvimento e pagar dívidas, segundo documento visto pela Reuters.

Tanto Light quanto Renova são controladas pela estatal mineira Cemig, que anunciou recentemente um enorme plano de desinvestimentos para reduzir dívidas que inclui a possível venda integral das duas empresas.

Em uma carta de intenções enviada à alta cúpula das companhias, o grupo chinês CIRI Information Technology Co. disse que representa conglomerados orientais como a PowerChina e que estes possuem interesse em comprar ativos de geração de energia renovável no Brasil, o que incluiria a totalidade da área de geração da Light e a Renova.

O interesse pelos ativos foi oficializado em 10 de julho, dias antes de a Light anunciar que concedeu exclusividade por 60 dias à canadense Brookfield em negociações para a venda da Renova, em um movimento que indica que possivelmente os ativos das duas empresas não serão negociados em conjunto.

“A PowerChina tem interesse em globalizar suas operações e conta com suporte técnico e parceria financeira com o CIRI para execução desses objetivos”, afirma a CIRI, empresa que executa ações de gestão e intermediação de investimentos financeiros para os principais bancos de fomento e investimento da China.

A Light é responsável pela distribuição de eletricidade na região metropolitana do Rio de Janeiro e possui cerca de 900 megawatts em ativos de geração, além de parte da Renova Energia, que investe principalmente em usinas eólicas.

Na carta, os chineses citam interesse na “realização de oferta de aquisição global do parque gerador do Grupo Light” e dizem que há “disposição para aporte direto de capital primário e secundário” para amortizar dívidas de curto prazo da elétrica, o que se daria em troca da participação societária da Cemig na empresa.

A proposta poderia incluir também a compra integral da área de geração da Light, incluindo participações dos demais sócios da empresa no negócio.

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O interesse também envolve a injeção de capital primário e secundário na Renova, com possibilidade de compra da totalidade da companhia (cláusula de “tag along”) e garantia de até 100 por cento dos recursos necessários para desenvolver os projetos em desenvolvimento que fazem parte do plano de expansão da geradora renovável.

As propostas evidenciam uma forte movimentação de investidores estrangeiros em busca de ativos de energia no Brasil mesmo em meio à maior crise econômica do país.

Procurada, a Cemig afirmou que não vai comentar o assunto.

A Light disse que “está atenta às oportunidades relacionadas aos seus ativos” e manterá o mercado informado. A Renova não comentou imediatamente o assunto.

A Reuters publicou no início de julho que a Renova Energia já atraiu uma proposta da investidora em empresas em reestruturação Oak Tree Capital Management, além da oferta da Brookfield.

A empresa de energia renovável controlada por Cemig e Light tem sofrido com falta de recursos para tocar um ambicioso plano de investimentos em usinas eólicas e solares desde o fracasso de um acordo com a norte-americana SunEdison –que havia se comprometido a aportar capital na companhia, mas desistiu do negócio após entrar em recuperação judicial nos EUA.

A Cemig também já disse recentemente que pretende vender a totalidade da Light. Em teleconferência neste mês, executivos do grupo mineiro disseram que receberam manifestações iniciais de interesse no ativo por pelo menos 12 empresas.

A Reuters publicou no início de junho que os planos para venda de ativos da Cemig e da estatal federal Eletrobras provavelmente atrairiam interesse de grupos chineses e de fundos de investimento, que têm uma visão de longo prazo em seus investimentos em energia no país.

Fonte: http://noticias.r7.com/economia/chineses-querem-comprar-renova-energia-e-ativos-de-geracao-da-light-19072017

Após veto à fusão com Estácio, Kroton está focada na expansão orgânica

Com o cancelamento da fusão com o grupo educacional Estácio Participações, após o veto do projeto pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Kroton mergulhou com força em seu plano de expansão individual.

De acordo com o presidente da instituição, Rodrigo Galindo, o foco agora está na aquisição de faculdades presenciais de pequeno e médio portes, além da compra de ativos no segmento de educação básica e da construção de escolas. “Há 900 cidades no país com potencial para aquisição”, adiantou o executivo, em entrevista ao jornal Valor Econômico.

Recentemente, a Kroton antecipou junto ao Ministério da Educação (MEC) o pedido de abertura de 40 novas unidades de ensino presencial, que deve ganhar prioridade a outras 56 solicitações da rede educacional à entidade do governo federal.

Além do aumento de receita com essas iniciativas, a companhia já possui em andamento três projetos que garantem a rentabilidade ao menos até 2019. Somente neste ano, a previsão de fechamento de receita é de R$ 5,5 bilhões, com margem Ebitda em 44,1%.

A longo prazo, a meta da Kroton é investir mais na modernização e otimização de seu “modus operandi”, deixando de ser uma empresa que oferece simplesmente serviços e produtos digitais para se transformar realmente em uma companhia tecnológica. Para Galindo, trata-se de um projeto desafiador. “É uma forma de gestão mais rápida, em que as decisões são mais compartilhadas. Vamos ter que mudar o nosso mindset”, prospecta.

Fonte: http://girobusiness.com.br/kroton-esta-focada-na-expansao-organica/

Avast compra Piriform, empresa criadora do programa CCleaner

Um dos programas de gerenciamento de memória mais populares do Windows agora pertence à mesma empresa que faz um dos antivírus mais conhecidos do mercado. A Avast anunciou nesta quarta-feira, 19, a aquisição da Piriform, empresa sediada em Londres e que desenvolve o software CCleaner.

“A marca CCleaner casa muito bem com a Avast por várias razões. Ambos acreditamos em produtos gratuitos de alta qualidade”, disse Vince Steckler, presidente da Avast, no anúncio. “Com a aquisição da Piriform, nós aumentamos a nossa presença em Londres, que é um importante polo de empresas de tecnologia.”

O CCleaner é um programa utilitário lançado em 2003 com a função de localizar e apagar arquivos inúteis que possam estar desacelerando a performance de um PC. Em 2014, o software ganhou também uma versão para Android, onde já tem mais de 15 milhões de usuários. No total, a plataforma é usada por 130 milhões de pessoas, incluindo usuários de PCs e Macs.

Já a Avast foi fundada em 1988 e é conhecida pelo antivírus de mesmo nome, além de já possuir um “rival” do CCleaner chamado Avast Cleanup. Pouco mais de um ano atrás, a empresa fez outra aquisição relevante: por US$ 1,3 bilhão, ela comprou a rival AVG. Dessa vez, porém, os números da transação não foram divulgados.

Fonte: https://olhardigital.com.br/fique_seguro/noticia/avast-compra-piriform-empresa-criadora-do-programa-ccleaner/69823

Livraria Cultura compra Fnac no Brasil

A varejista francesa de música e livros Fnac Darty anunciou nesta quarta-feira acordo para vender suas operações no Brasil para a Livraria Cultura.

A Fnac Darty disse que licenciará a marca Fnac para a nova empresa e vai realizar uma recapitalização para ajudar a companhia a melhorar sua posição de mercado.

O grupo francês, porém, não revelou o tamanho da recapitalização, nem forneceu outros detalhes sobre o acordo com a Livraria Cultura.

Procuradas no Brasil, ambas as empresas não se manifestaram sobre o assunto de imediato. A conclusão da venda deve ocorrer nas próximas semanas.

A operação brasileira da Fnac inclui 12 lojas em 7 Estados do país e atividades de comércio eletrônico. A companhia opera no Brasil desde 1999, empregando atualmente cerca de 550 funcionários.

Segundo o grupo francês, as operações no Brasil são responsáveis por menos 2 por cento das vendas anuais do grupo de 7,4 bilhões de euros.

A unidade brasileira da Fnac estava entre várias empresas de varejo de eletrodomésticos e eletrônicos colocados à venda depois que o modelo de negócios de lojas amplas e baixo giro de estoque se tornou cada vez mais insustentável na pior recessão vivida pelo Brasil.

A Livraria Cultura foi fundada há cerca de 70 anos e possui atualmente 18 lojas e operação de comércio eletrônico.

“A união entre os dois grupos criará valores e sinergias, compartilhando culturas similares…e permitirá que a Livraria Cultura diversifique seus negócios adicionando novas linhas dos produtos e serviços”, afirmou a companhia em comunicado à imprensa.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/livraria-cultura-compra-fnac-no-brasil/

Continental anuncia compra da Quantum Inventions

Continental anuncia a compra da Quantum Inventions, empresa do ramo de tecnologia de dados baseada em Cingapura, provedora de soluções de navegação conectada, sistemas inteligentes para trânsito e transporte e processamento e análise de dados em tempo real. Com o negócio, a empresa irá adicionar ao portfólio de sua controladora novos sistemas para a promoção do transporte inteligente, incluindo a próxima geração de sistemas de navegação, que são altamente receptivos às informações em tempo real a partir dos dados de tráfego.

O negócio também fará com a Continental incorpore ao seu quadro 120 funcionários da Quantum Inventions, que atuam em seus três escritórios localizados em Singapura, Malásia e Indonésia, além do centro de desenvolvimento na Índia.

“A Ásia continua a desempenhar um papel cada vez maior em nossa estratégia. Iniciativas como a aplicação de estacionamento em tempo real do Park & Go para Cingapura, nossa recente joint venture com a China Unicom, a cooperação estratégica com a Baidu, e agora a compra da Quantum Inventions sublinha nosso foco no desenvolvimento de soluções de serviços de mobilidade. Estamos entusiasmados em fornecer um portfólio expandido de soluções personalizadas no mercado de serviços de mobilidade dinâmica”, afirmou o membro da diretoria executiva da Continental e chefe da divisão de interior, Helmut Matschi.

“A Continental planeja dobrar suas vendas atuais com serviços de mobilidade até 2020. Esta aliança proporciona ao nosso negócio um passo mais próximo do seu objetivo, de criar produtos, sistemas e soluções que, até 2025, assegurará 20 milhões de carros melhores, melhor mobilidade para 25 milhões de consumidores e vinte cidades melhores”, disse o chefe da Continental para a divisão de sistemas de transporte inteligente, Ralf Lenninger.

O CEO da Quantum Inventions, Saurav Bhattacharyya, acrescentou: “Estamos orgulhosos de fazer parte da Continental. Com nossos pontos fortes combinados na área de sistemas de transporte inteligentes, estamos preparados para fornecer uma forte proposta de valor para clientes, OEMs e cidades em todo o mundo”.

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/26128/continental-anuncia-compra-da-quantum-inventions